Oportunidades para jornalistas
Apresento algumas oportunidades de emprego para meus colegas jornalistas diplomados.
1) Freelancer - piso salarial garantido
2) Jornalismo Impresso
3) Vaga no litoral
4) Oportunidade única (não é preciso diploma)
O que vemos e vivemos. Um espaço para divagações sobre temas do dia a dia. Fique à vontade.
Apresento algumas oportunidades de emprego para meus colegas jornalistas diplomados.
1) Freelancer - piso salarial garantido
2) Jornalismo Impresso
3) Vaga no litoral
4) Oportunidade única (não é preciso diploma)
Postado às
16:03
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17:06
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21:18
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O melhor do Frigeri: Cena
Segunda-feira, tradicionalmente, é o dia mais chato da semana. Não para o meu vizinho. Pela quarta segunda-feira consecutiva ele reúne os amigos e faz a festa. Isso mesmo FESTA.
Não que ele não tenha o direito de se confraternizar, mas em plena segunda, poxa? Qual pessoa comum (eu e, provavelmente, você) vai a uma festa na noite de segunda-feira? Sem peso na consciência? Sem pensar no mau-humor e na ressaca do dia seguinte?
Não deveria, mas sinto uma ponta de inveja. Um sentimento reprovável, eu sei, mas não posso negar. Inveja por ter de dormir cedo, para acordar cedo na terça-feira. Por não poder saborear uma picanha mal-passada ou jogar uma bela partida de truco.
Não fui convidado. Se o fosse, não iria. Prefiro passar a noite de segunda-feira no aconchego do lar, comendo almoço requentado. Mentira.
Postado às
23:08
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Em uma avenida da cidade vejo uma senhora vendendo doces no semáforo. Todos os dias. Sinal vermelho, lá vem ela a passos lentos. Lenço na cabeça, bolsa a tiracolo. Sinais de uma vida inteira de luta expressos nas rugas do rosto e das mãos.
Abro o vidro. Ela oferece os doces apenas com gestos. Não diz nada. Não sei se por cansaço ou por vergonha (totalmente descabida, eu sei) de estar ali. Vergonha mesmo é o que ela recebe de aposentadoria. Talvez ela tenha de ajudar no sustento da família. Talvez tenha que pagar os remédios que necessita. A certeza é que o pouco que recebe não é suficiente.
Penso nos dias, meses, anos que ela já trabalhou. Uma vida inteira. E o que lhe resta agora? Vender doces no sinal para sobreviver. Uma batalhadora. Quantas outras pessoas em dificuldades semelhantes não desistiram? Não se entregaram?
Dias atrás, em uma tarde chuvosa de janeiro, me espantei. O que eu mais queria era entrar em baixo de uma coberta e aproveitar o friozinho. Mas lá estava ela. De sombrinha e sandálias, trabalhando. Sob chuva.
Enquanto isso, na mesma tarde chuvosa, os deputados estaduais do Paraná aprovam um aumento na própria aposentadoria de R$ 2,8 mil para R$ 10,2 mil. O deputado Alexandre Curi disse o seguinte ao site Terra: "Com esse plano previdenciário, a população pode ter certeza de que o deputado vai se dedicar exclusivamente ao seu trabalho parlamentar, sem a necessidade de outro trabalho para sobreviver".
A senhora que vende doces no sinal deseja, mas não pode se dedicar exclusivamente à aposentadoria dela, pois tem a necessidade de outro trabalho para sobreviver.
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23:13
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O melhor do Frigeri: Comentário

Pouca gente deve ter notado, mas o senador Alvaro Dias tem um programa na TV Tarobá de Londrina. É aos sábados, depois do jornal Primeira Hora, em torno das 7 e 45 da manhã. Chama-se Paraná em Brasília.
No programa, o senador fica sentado, lendo discursos no teleprompter. Quando o assunto se esgota, entra uma tela com o próximo tema. E só. Na internet não encontrei nenhuma informação sobre o programa.
Vale lembrar que o mandado de Alvaro Dias no Senado termina em 2014.
(Dica do Ricardo Vilches)
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18:49
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23:14
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Lugar para ver filmes, certo? Não é bem assim. Outros interesses – além do cinematográfico – pairam sobre as salas multiplex. Listo alguns tipos comuns de se encontrar em qualquer cinema por aí. Eles são divididos em três grupos:
OS QUE ASSISTEM AO FILME
Galvão Bueno – Narra o filme pro colega do lado. O tempo todo. “Olha, tem um cara com uma faca na mão. Ela não viu. Tá tomando banho. Ele vai abrir o boxe. Abriu. Abriu. Haaja coração”.
Arnaldo César Coelho – Comenta a trama do filme. Também conhecido por chato. “Putz, o navio vai afundar por causa de um iceberg. O comandante deveria ter prestado mais atenção. Se fosse nos dias de hoje, teria GPS, Google Earth e computador de bordo. Seria bem mais seguro. O navio não teria afundado e o Jack não teria morrido”.
José Wilker – Se acha crítico de cinema, quando na verdade os únicos filmes que conhece são os da Tela Quente. “Tô achando esse ator um pouco recatado. Acho que – no close – ele deveria ter uma melhor expressão facial. Mas na cena em contra-plongé achei que a fotografia casou muito bem com a música e com o texto do personagem”.
Legal – Quando alguém lhe pergunta o que achou do filme, ele é seco e direto: achei legal. “E os efeitos especiais? Dizem que são bem feitos? É legal, bem legal”.
Irritado – Quer assistir, mas sempre tem um chato falando alto. Ele se irrita e manda um “shhhhh”. Quando o “shhhh” não resolve, tasca um “cala a boca”.
Afobado – “Que sorte! Acabei de chegar e o filme já começou”. “Shhhh. Deixa eu ver o trailer, mané”.
The End – Grandalhão que senta na sua frente e o filme acaba (pelo menos pra você). Ou você troca de lugar ou sai do cinema com torcicolo.
OS QUE NÃO ASSISTEM AO FILME
Casalzinho – Figura clássica nos cinemas. Geralmente adolescentes. Sentam no fundo, de preferência nas poltronas sem braço. Na saída, fingem que nada aconteceu e fazem comentários genéricos sobre o filme. “Que filme bonito. Adorei. Muito bom”. Mas se alguém perguntar o nome do filme: “ahh... éé... umm... acho que éé... é alguma coisa da noiva... pai da noiva, não... filho da noiva... ahh... é isso aí”.
Comilão – Outra figurinha tarimbada. Compra uma pipoca grande, duas latas de Coca e um pacote de Bis. Coloca tudo na bolsa pro lanterninha não ver. No primeiro trailer ele começa e só termina de comer quando sobem os créditos.
Pão-duro - Compra chips e ruffles fora do cinema (de preferência nas Lojas Americanas) para economizar. Para entrar na sala, utiliza a tática de esconder o rango na mochila pro segurança não ver. Na hora do filme é fácil identificá-lo: pelo cheiro (se tiver comprado um chips sabor chulé) ou pelo barulho (o creck-creck da batata frita).
Amigão – Quando o filme começa o celular toca. “Ooi. Tô aqui dentro já. Vem pra cá. Ah, tô te vendo. Olha pra esquerda [a sala já esta escura]. Não, a outra esquerda. [Em pé, abanando os braços] Aqui ó. Tô aqui. Me viu? [O cinema inteiro viu, menos o amigo] Tô aqui ó! Tá cego cara?
Porcalhão – Come pipoca, toca Coca e engole um pacote de Bis e – ao final – acha que o chão do cinema é lixo.
Fanfarrão – Acha que está em um estádio de futebol. Grita, vaia, faz a ola com os amigos. Se sente um gavião da fiel na geral do Pacaembu. Quando alguém lhe chama a atenção fica bravo. No desfecho do filme, aplaude e grita “êêê”.
Soneca – Aproveita a cadeira macia e o ar condicionado para colocar o sono em dia. Cuidado, o sono pode ser profundo, aí o ronco é inevitável.
João-Bobo – Mais perigoso que o “soneca”. Dorme e começa a cair para o lado. Se você sentar ao lado dele, troque de lugar enquanto há tempo. Ele pode começar a babar.
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22:56
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Brasileiro da Silva é um cara muito trabalhador. Por isso, ele aparece por aqui somente de vez em quando. Hoje, antevéspera de Natal, ele recebeu a equipe de reportagem do Blog do Frigeri no seu horário de almoço. Entre uma colherada e outra em seu marmitex, ele falou sobre o Natal e sobre seus planos para o ano de 2009.
EU – Quanto tempo, hein, Brasileiro?
BRASILEIRO – Cê sempre fala isso.
EU – Você sempre com a sua simpatia. Que prazer em revê-lo.
BRASILEIRO (colocando uma colherada cheia de arroz na boca) – Pro cê vê, mano?
EU – O que vai ter na sua ceia de Natal?
BRASILEIRO (de boa cheia) – Han?
EU – No jantar de Natal, o que vai ter?
BRASILEIRO – Comida, ué. Vai ter o que?
EU – Tá me tirando pra lóqui, mano? Tô perguntando que tipo de comida.
BRASILEIRO (pegando o bife com a mão e rasgando no dente) - Ah tá. Acho que vai tê frango, meu. A muié que corre atráis disso, tá ligado. Eu só trabáio, arrecado a grana pra muié gastá. É assim a vida, né?
EU – E o que você vai fazer no Reveillon?
BRASILEIRO (com a carne na boca) – Han?
EU – No Revéillon, o que você vai fazer?
BRASILEIRO (engolindo) – Fala com a boca, mano. Tá falando pra dentro. Parece que engoliu um besorro...
EU – Onde você vai passar o Ano Novo?
BRASILEIRO – Lá no meu barraco mesmo, meu. (come uma colher cheia de arroz e feijão)
EU – Qual o lugar que você gostaria de passar o Ano Novo?
BRASILEIRO – Ah meu... (chupa o dente pra tirar um fiapo de carne enroscado no dente) Peraê... (chupa novamente, mas o pedaço não sai) Lugar? (vira a colher e cutuca o espaço entre os dentes com o cabo)
EU – Quer um fio-dental?
BRASILEIRO – Ih... isso é coisa de preibói, mano. Tá me tirano? Sô da quebrada mermão.
EU – Em qual lugar você gostaria de passar a virada de ano?
BRASILEIRO (com muito esforço consegue tirar a carne de entre os dentes) – Ah... No Igapó, vendo os rojão (quando ele fala “rojão” o pedaço de carne voa em minha direção e pára na minha bochecha).
EU (passando a mão no rosto pra tirar o fiapo de carne) – Não precisa cuspir...
BRASILEIRO – Cê tá com muita frescura hoje, mano.
EU – Por que no Igapó?
BRASILEIRO (largando a colher no marmitex e levando a mão ao queixo)– Ah mermão. Lá é um tão bunito... aquela água... aqueles rojão acendendo no céu... deve manero.
EU – E no seu sonho não tem um champagne?
BRASILEIRO – Logicamente, mano. Daqueles de maçã, tá ligado? Porra, mas tem um di pêssego qui u meu patrão, quando eu trabalhava lá naquela fábrica na Tiradentes, mi deu. É bom, hein?
EU – Pode continuar almoçando sossegado que eu já tô indo. Um Feliz Natal pra você e toda sua família e que o ano que vem seja muito melhor do que esse.
BRASILEIRO – Tomara né, porque esse ano foi f***...
Postado às
02:46
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O melhor do Frigeri: Personagem - Brasileiro
Recebi este e-mail, não sei quem é o autor, mas é uma história interessante sobre a tal "crise". Neste caso, o medo da "crise" é acabou com o negócio do homem.
A crise
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01:44
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"No mais lindo recanto da cidade - o Bosque Municipal"
"V. que quer morar de acôrdo com o confôrto e comodidade modernos, venha conhecer e reservar quanto antes um dos."
Postado às
23:36
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O melhor do Frigeri: Propagandas Antigas
Postado às
23:09
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O melhor do Frigeri: Propagandas Antigas